Atlético-PR 2 x 2 Palmeiras - Os dois continuam patinando na tabela
Palmeiras teve todo segundo tempo com um jogador a mais
Curitiba, PR, 7 – O Palmeiras não soube tirar proveito de atuar mais de meio tempo com um jogador a mais e apenas empatou, por 2 a 2, com o Atlético Paranaense, nesta quarta-feira à noite, na Arena da Baixada, em Curitiba, pela 22.ª rodada do Campeonato Brasileiro. Se o empate foi justo, não foi bom para ambos na luta por posições.
Por conta da expulsão de Cléber Santana, aos 36 minutos do primeiro tempo, o resultado foi ruim para o time paulista, que chegou aos 34 pontos, em sétimo lugar, perdendo uma posição para o Fluminense – que bateu o Cruzeiro, por 2 a 1, em Minas Gerais. O Furacão continua se superando, mas com apenas 19 pontos, ainda é o penúltimo colocado e ameaçado pelo rebaixamento.
As mudanças
O Furacão entrou em campo na luta contra o rebaixamento, numa sequência negativa de quatro rodadas – com duas derrotas e dois empates. E a diretoria, outra vez, apostou na experiência do “vovô” Antônio Lopes, escolhido para substituir Renato Gaúcho. Será que ele salva o time de novo? Será que o raio cai duas vezes no mesmo lugar?
O que vale a pena ver é a presença da torcida do Furacão na Arena da Baixada, mesmo debaixo de um clima chuvoso.
No Palmeiras, a surpresa veio na escalação. Felipão foi corajoso, praticamente, escalando três atacantes: Kléber, liberado pelos médicos, Fernandão, ex-Guarani, e Luan, mais recuado, embora seja o artilheiro do time, com sete gols.
Faltas e gol
Mas o jogo foi bastante trucando, repleto de faltas. Um total de 31 faltas só no primeiro tempo. O Palmeiras, mais arrojado, saiu na frente. Mas num contra-ataque pelo lado direito. Kléber desceu pela direita e cruzou pelo alto. Na pequena área, apareceram três Palmeiras, mas quem testou firme foi o zagueiro Henrique: 1 a 0, aos 15 minutos.
Cinco minutos depois, o volante Chico arriscou de longe e o goleiro Renan teve que espalmar. Chico foi a surpresa na escalação do time paulista, entrando no lugar de Márcio Araújo. A explicação de Felipão foi de que precisava ganhar altura. Chico tem 1,83 contra 1,72m de Araújo.
Empate e expulsão
Mas o Atlético é um time valente e que busca o ataque. Após três escanteios seguidos, conseguiu o empate, aos 34 minutos. Marcinho cobrou com efeito, a bola desviou no primeiro pau na cabeça de Marcos Assunção e sobrou para Guerron. Ele estava sozinho na pequena área e tocou de cabeça, mas sem se esforçar para subir. Tudo igual.
A série infindável de faltas fez a sua primeira vítima: o meia e capitão do rubro-negro Cléber Santana, aos 36 minutos. Ele cometeu uma falta por trás e recebeu o cartão amarelo. Levantou-se e, de forma irônica, bateu palmas. Em seguida, com justiça, foi expulso.
O estreante Antônio Lopes se viu obrigado a sacrificar o atacante Adaílton para a entrada do meia Kléberson.
Troca preventiva
Na volta para o segundo tempo, por precaução, o Palmeiras tirou o zagueiro Thiago Heleno, já amarelado, para a entrada de Leandro Amaro. Mas o time continuou na frente e fez o segundo gol.
Outra vez num lance de bola parada. Marcos Assunção cobrou escanteio e Luan desviou de cabeça, exigindo grande defesa do goleiro Renan Rocha. Mas deu rebote e a bola ficou no pé do artilheiro Fernandão, que só deu um toque com o pé direito. Palmeiras, 2 a 1, aos sete minutos.
Dois minutos depois, num lance parecido, quase o Palmeiras ampliou. Assunção cobrou escanteio pelo lado direito e Chico desviou de cabeça, com a bola explodindo no travessão.
Quem não faz...
Toma mesmo. E num contra-ataque, numa bola estourada pelo alto, o goleiro Marcos saiu do gol de forma precipitada e tocou nas pernas de Guerron, que tinha tocado a bola no peito. Pênalti bem marcado e amarelo para Marcos. Na cobrança, aos 24 minutos, Marcinho bateu forte, deslocando Marcos. Tudo igual: 2 a 2.
O banco de reservas do Palmeiras, nesta altura, estava agitado e o juiz aplicou o cartão amarelo para o reserva João Vitor. Após o empate, Felipão tirou Fernandão para a entrada de Ricardo Bueno. Em seguida, trocou Patrick por Tinga. E o técnico não escondia a sua insatisfação, afinal empatava com um time com 10 jogadores.
Depois disso, o jogo ficou mais morno. Os times até tentaram o ataque, mas sem a mesma volúpia de antes. Por isso, o empate acabou sendo justo.
No domingo
Os dois times voltam a campo domingo à tarde. Às 16 horas, o Palmeiras recebe o Internacional, enquanto a partir das 18 horas, o Atlético-PR vai até o Engenhão, no Rio de Janeiro, enfrentar o Flamengo.
As mudanças
O Furacão entrou em campo na luta contra o rebaixamento, numa sequência negativa de quatro rodadas – com duas derrotas e dois empates. E a diretoria, outra vez, apostou na experiência do “vovô” Antônio Lopes, escolhido para substituir Renato Gaúcho. Será que ele salva o time de novo? Será que o raio cai duas vezes no mesmo lugar?
O que vale a pena ver é a presença da torcida do Furacão na Arena da Baixada, mesmo debaixo de um clima chuvoso.
No Palmeiras, a surpresa veio na escalação. Felipão foi corajoso, praticamente, escalando três atacantes: Kléber, liberado pelos médicos, Fernandão, ex-Guarani, e Luan, mais recuado, embora seja o artilheiro do time, com sete gols.
Faltas e gol
Mas o jogo foi bastante trucando, repleto de faltas. Um total de 31 faltas só no primeiro tempo. O Palmeiras, mais arrojado, saiu na frente. Mas num contra-ataque pelo lado direito. Kléber desceu pela direita e cruzou pelo alto. Na pequena área, apareceram três Palmeiras, mas quem testou firme foi o zagueiro Henrique: 1 a 0, aos 15 minutos.
Cinco minutos depois, o volante Chico arriscou de longe e o goleiro Renan teve que espalmar. Chico foi a surpresa na escalação do time paulista, entrando no lugar de Márcio Araújo. A explicação de Felipão foi de que precisava ganhar altura. Chico tem 1,83 contra 1,72m de Araújo.
Empate e expulsão
Mas o Atlético é um time valente e que busca o ataque. Após três escanteios seguidos, conseguiu o empate, aos 34 minutos. Marcinho cobrou com efeito, a bola desviou no primeiro pau na cabeça de Marcos Assunção e sobrou para Guerron. Ele estava sozinho na pequena área e tocou de cabeça, mas sem se esforçar para subir. Tudo igual.
A série infindável de faltas fez a sua primeira vítima: o meia e capitão do rubro-negro Cléber Santana, aos 36 minutos. Ele cometeu uma falta por trás e recebeu o cartão amarelo. Levantou-se e, de forma irônica, bateu palmas. Em seguida, com justiça, foi expulso.
O estreante Antônio Lopes se viu obrigado a sacrificar o atacante Adaílton para a entrada do meia Kléberson.
Troca preventiva
Na volta para o segundo tempo, por precaução, o Palmeiras tirou o zagueiro Thiago Heleno, já amarelado, para a entrada de Leandro Amaro. Mas o time continuou na frente e fez o segundo gol.
Outra vez num lance de bola parada. Marcos Assunção cobrou escanteio e Luan desviou de cabeça, exigindo grande defesa do goleiro Renan Rocha. Mas deu rebote e a bola ficou no pé do artilheiro Fernandão, que só deu um toque com o pé direito. Palmeiras, 2 a 1, aos sete minutos.
Dois minutos depois, num lance parecido, quase o Palmeiras ampliou. Assunção cobrou escanteio pelo lado direito e Chico desviou de cabeça, com a bola explodindo no travessão.
Quem não faz...
Toma mesmo. E num contra-ataque, numa bola estourada pelo alto, o goleiro Marcos saiu do gol de forma precipitada e tocou nas pernas de Guerron, que tinha tocado a bola no peito. Pênalti bem marcado e amarelo para Marcos. Na cobrança, aos 24 minutos, Marcinho bateu forte, deslocando Marcos. Tudo igual: 2 a 2.
O banco de reservas do Palmeiras, nesta altura, estava agitado e o juiz aplicou o cartão amarelo para o reserva João Vitor. Após o empate, Felipão tirou Fernandão para a entrada de Ricardo Bueno. Em seguida, trocou Patrick por Tinga. E o técnico não escondia a sua insatisfação, afinal empatava com um time com 10 jogadores.
Depois disso, o jogo ficou mais morno. Os times até tentaram o ataque, mas sem a mesma volúpia de antes. Por isso, o empate acabou sendo justo.
No domingo
Os dois times voltam a campo domingo à tarde. Às 16 horas, o Palmeiras recebe o Internacional, enquanto a partir das 18 horas, o Atlético-PR vai até o Engenhão, no Rio de Janeiro, enfrentar o Flamengo.
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